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As 5 melhores práticas para o cultivo de grãos

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O cultivo de grãos é uma atividade que impulsiona a agricultura brasileira. Comparada com a safra 2018/2019, a produção terá um aumento de 4,8% neste ano.

O cultivo de grãos no Brasil é muito importante para a balança comercial do país. Na safra atual, 2019/2020, a produção de grãos está próxima das 255 milhões de toneladas, confirmando uma safra recorde. São mais de 11 milhões de toneladas sobre a produção da safra passada.

Claro que, para atingir toda essa produção e potencial produtivo, o cultivo de grãos precisa de muito investimento em tecnologia e um manejo de qualidade. Por isso, trouxemos aqui as 5 melhores práticas de cultivo de grãos que são recomendadas pelos técnicos da Amazon AgroSciences.

Seguindo essas práticas, sua produção de grãos pode seguir saudável, com alta produtividade e responsabilidade sustentável.

1- Manejar corretamente o solo

O manejo do solo é uma das principais práticas para o bom cultivo de grãos. Antes mesmo das sementes chegarem na terra é necessário que o solo esteja preparado para impulsionar todo o potencial produtivo da cultura. 

Manejo químico do solo

Começando pelo manejo químico do solo, é importante conhecer como estão as condições nutricionais desse solo. Realizar a análise de solo rotineiramente, avaliar quais são os nutrientes disponíveis para a planta e se o nível de acidez do solo é compatível com a lavoura que se deseja implantar, é essencial para o sucesso da produção.

Conhecer o histórico da lavoura e qual é o comportamento da área em relação a esses atributos, também é muito importante. Além disso, um solo bem adubado garante condições para as plantas se desenvolverem de forma adequada e exerce influência sobre os grãos. Isso tanto no campo, quanto na pós-colheita.

Manejo físico do solo

O sistema radicular das plantas precisa ter condições físicas, químicas e biológicas favoráveis para o seu crescimento. Afinal, uma planta com boas qualidades de raíz consegue ter um melhor desenvolvimento e produzir mais.

Para agregar ainda mais valor a esse manejo, o uso do FUEL BLACK, com jato dirigido no sulco de plantio, proporciona um melhor desenvolvimento das raízes, além de atuar na recuperação de solos com excesso de sais.

Podemos também contar com um manejo que se mostra eficiente não só na física do solo, como atinge a química e a biologia dele – o sistema de plantio direto (SPD). Este último já é realidade em muitas propriedades produtoras de grãos. Utilizar a palhada como forma de manter a umidade do solo, diminuir o aparecimento de plantas daninhas e fornecer quantidades maiores de matéria orgânica para as plantas, fez com que muitos produtores adotassem a prática.

Além disso, por ter um revolvimento mínimo do solo, o sistema de plantio direto também aumenta os teores de carbono e nitrogênio e a estabilidade dos agregados do solo. A proteção feita pela palhada impede o escoamento superficial da água e diminui os perigos de erosão e desestruturação do solo.

Manejo biológico do solo

A biologia do solo é essencial para que ele seja saudável. Os microrganismos que lá estão presentes auxiliam no desenvolvimento e na produção agrícola. Para se ter ideia, apenas um grama de solo pode conter um bilhão de bactérias e milhares de fungos. É, realmente, uma comunidade muito populosa.

Um solo com muita vida microbiológica apresenta uma melhor qualidade, faz com que as plantas produzam mais, tenham menos problemas com excesso de defensivos, além de trazer benefícios para a infiltração da água no solo e a ciclagem dos nutrientes.

O uso de inoculantes nas sementes – como é o caso da soja e outras leguminosas – auxilia na maior formação dessa população. Outra prática é a manutenção do material vegetal, fonte de matéria orgânica para o aumento dos microrganismos. 

E aí, mais uma vez, o SPD pode auxiliar nesse manejo. Com o uso da rotação de culturas, que é uma das práticas utilizadas no SPD, ocorre a manutenção e a melhoria da fertilidade, da matéria orgânica – estrutura do solo – e do controle de pragas, doenças e plantas espontâneas, além do aumento do rendimento das culturas.

2- Escolher corretamente as cultivares

A escolha da cultivar é um passo importante na hora do planejamento da lavoura. Atualmente, contamos com muitas opções de sementes para os mais variados ambientes e fins de produção. Antes de adquirir é preciso ter consciência das características de cada cultivar. Para isso, conhecer o histórico de pragas, doenças e o histórico produtivo da área, faz toda diferença.

Sendo a semente um dos insumos mais caros no cultivo de grãos, não podemos investir em uma variedade que não vai nos trazer retorno. Para entender melhor como fazer isso, você pode responder às seguintes perguntas:

a. A cultivar é adaptada para minha região? 

Toda cultivar lançada tem uma cartilha de recomendação de regiões em que podem ser plantadas. Principalmente em culturas que são sensíveis ao fotoperíodo. Observar esses dados é essencial.

b. A cultivar tem resistência a pragas e doenças?

Quais são as principais pragas e doenças que mais causam danos na sua região? Existem cultivares que são resistentes a elas? É possível identificar cultivares que, mesmo não resistentes, vão auxiliar na hora do controle das pragas?  Seguramente haverá uma cultivar que vai atender a essas necessidades. É preciso, apenas, identificar os problemas e buscar alguma que possa ajudar na solução.

c. Em que época, normalmente, é feita a semeadura?

Posso ter uma cultivar adaptada para a minha região, com resistência a pragas e a herbicidas para ajudar no manejo de plantas daninhas. Mas, se for semeada em uma época não compatível, a cultivar não conseguirá alcançar todo o seu potencial de produção. Claro que imprevistos com a semeadura podem ocorrer, mas precisamos ter um planejamento correto e diminuir ao máximo algum prejuízo que possa acontecer.

3- Manejar corretamente as plantas daninhas

As plantas daninhas são um problema em todas as áreas de cultivo. Competindo por luz, água e nutrientes, se mal manejadas, podem ser responsáveis por até 15% de prejuízos, dependendo da cultura. Por isso, o controle das plantas daninhas precisa ser feito de forma eficiente e garantir que não provoque resistência aos defensivos agrícolas.

Em áreas de plantio direto a palhada da lavoura faz uma barreira física no solo, impedindo que o sol chegue até as plantas daninhas que emergem, reduzindo seu desenvolvimento. Essa palhada também pode ter efeitos alelopáticos nas sementes das plantas daninhas, impedindo que germinem.

colheita de lavoura
Foto: Loren King em Pixabay

Porém, mesmo quando o plantio direto está implantado na área de cultivo, o controle de plantas daninhas precisa ser feito. O controle químico é o mais indicado, em pré e pós- semeadura. Na pós-semeadura é recomendado utilizar os mesmos herbicidas que seriam usados no sistema de cultivo convencional, tanto em pré, como em pós-emergência.

Complementar ao uso dos herbicidas, é possível também reduzir os períodos de pousio da área de plantio e fazer a rotação de culturas com espécies que tem grande produção de matéria fresca e conseguem abafar as plantas daninhas em emergência. Alguns exemplos dessas espécies são a aveia preta, o centeio, azevém, entre outras.

O uso de sementes tratadas que contenham herbicidas no tratamento também é uma alternativa para o controle inicial das plantas daninhas nas primeiras fases da cultura.

4- Manejar corretamente pragas e doenças

Dependendo da cultivar escolhida para o plantio, algumas pragas e doenças conseguem ser controladas por meio da biotecnologia e não causam danos nas culturas de grãos. No entanto, o leque de resistências das cultivares ainda não atinge todas as pragas e doenças da lavoura. Por isso, é necessário saber o momento de controle para que não haja prejuízos na produtividade. 

Como um aliado no controle de insetos-praga, temos o Manejo Integrado de Pragas (MIP). O MIP é um conjunto de técnicas e ações que conseguem antecipar o controle antes que ocorram prejuízos na produtividade da cultura.

O monitoramento é a base do MIP. Entender como a população das pragas se multiplica na cultura e os efeitos que essa população causa, faz diferença. Esse manejo deve ser constante, seja pelo uso de armadilhas adesivas em pontos estratégicos da plantação, seja pelo trabalho dos pragueiros que contabilizam e identificam os insetos. Para melhores resultados, as duas atividades devem ser feitas em conjunto.

Com os dados do monitoramento em mãos, é possível estabelecer uma estratégia de controle. Seja ele químico, biológico ou cultural.

Já no controle de doenças, a utilização de fungicidas é uma das atividades mais realizadas no cultivo de grãos. Na cultura da soja, por exemplo, a ferrugem asiática, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, é a principal doença.

Tanto que, em todo o território brasileiro é estabelecido o período de vazio sanitário para a cultura. Ou seja, são pelo menos 60 dias em que há ausência total de plantas vivas de soja e é prevista a eliminação e a proibição do cultivo. O período de vazio vai depender de cada região produtora.

O vazio sanitário precisa ser realizado porque diminui o aparecimento de inóculo da doença e consegue reduzir ou retardar a ocorrência dela. Além disso, diminui a necessidade de outros métodos de controle, sendo uma economia nos custos de produção. Outro benefício é a diminuição populacional de outras pragas, como a mosca branca (Bemisia tabaci) e a lagarta (Helicoverpa armigera), mesmo apresentando outros hospedeiros principais.

5- Fornecer boa nutrição para as plantas

Plantas bem nutridas conseguem contornar estresses bióticos e abióticos e, com isso, atingir a produtividade que esperamos para o cultivo. Para isso, a Amazon AgroSciences tem uma linha completa de fertilizantes que vão garantir que isso aconteça.

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Com as informações da análise de solo, que deve ser feita a cada ciclo, é possível identificar as necessidades e falhas desse solo e conseguir fornecer para a planta tudo o que ela precisa, tanto nas adubações de plantio, quanto nas adubações de cobertura.

Para complementar a adubação da lavoura e potencializar o cultivo de grãos, os técnicos da Amazon AgroSciences indicam a utilização do FUEL BLACK na sua plantação. 

Desde a semeadura até os estágios reprodutivos da cultura, o FUEL BLACK atua na capacidade de troca catiônica do solo elevando a disponibilidade de nutrientes para as raízes das plantas. Além disso, aumenta a atividade microbiológica do solo, devido a sua excelente relação C/N, e melhora os processos energéticos dos microrganismos do solo, ativando a síntese natural de ácidos orgânicos.

Na fisiologia das plantas, o fertilizante FUEL BLACK age desintoxicando naturalmente os problemas de fitotoxidez ocasionados por excesso de herbicidas e recupera plantas sob estresse. O resultado: plantas saudáveis, com incremento na floração e mais tolerantes aos ataques de pragas e doenças. Para completar o time “CULTIVO DE GRÃOS COM EXCELÊNCIA”, os técnicos também recomendam o uso conjunto dos fertilizantes Power Crop, BLEND 255 e Nitro K.

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